Seduzir com prazer

Ao criar este blogue, a ideia foi partilhar a minha experiência adquirida ao longo de 15 anos de frequência em sites, chats e redes sociais. Teclei, conversei, conheci muitas pessoas e vivi experiências que foram a vertente prática da minha aprendizagem. A net, com a possibilidade de nos relacionarmos anonimamente, veio trazer novas formas de interagirmos uns com os outros.

O objetivo deste blog é, através da partilha, ajudar a que todos nós compreendamos melhor esta nova realidade, e com isso estimular a reflexão de temas como o amor, o sexo e os relacionamentos em geral. Assim, publicarei algumas histórias por mim vividas, reflexões, informação que ache relevante, históricos de conversas, e algumas fotos sensuais de corpos de mulheres com quem troquei prazer e que tive o privilégio de fotografar. Todos os textos e fotos que vou publicando, não estão por ordem cronológica, e podem ter acontecido nos últimos 15 anos ou nos últimos dias. Todas as fotos e conversas publicadas, têm o consentimento dos intervenientes.

As imagens publicadas neste blogue estão protegidas pelo código do direito de autor, não podendo ser copiadas, alteradas, distribuídas ou utilizadas sem autorização expressa do autor.


30.1.15

IS031 Traição não gera sentimentos de culpa

Deixo-vos aqui um artigo curioso. Pelos vistos, os portugueses pulam a cerca “na maior”. Nada de stresses. E levar os amantes para a própria casa também é de louvar… hehehehe. Enfim, só não temos coragem de defender os nossos interesses, quando somos descaradamente roubados pelos políticos. Para compensar, se o árbitro rouba um penalti ao nosso clube, pegamos fogo ao estádio. Somos um povo estranho.

Traição não gera sentimentos de culpa nos portugueses

É este o resultado do último inquérito feito pelo Ashley Madison a cerca de 3000 utilizadores nacionais inscritos no maior site de relacionamentos extraconjugais do mundo.

Os efeitos negativos que, segundo alguns investigadores, a traição provoca na saúde física e emocional, parecem não afetar os portugueses. Quando questionados se sentem peso na consciência depois da consumação da relação extraconjugal, 91% dos inquiridos pelo AshleyMadison.com disseram “não”, facto que pode ser justificado pela razão que a maioria aponta para trair: a mera satisfação sexual. À pergunta “o que procura no/a amante”, apenas 11% responderam “carinho”, contra 29% que alegam o “sexo”.

Não sentir culpa não significa, contudo, não ter medo de ser apanhado, muito pelo contrário. Na hora de trair, “cautela” é palavra de ordem, e a eleição do local mais apropriado premissa. E, quanto mais longe de casa, melhor, ditam os resultados da pesquisa. Quando questionados sobre o sítio ideal para se encontrarem com o/a amante, 39% dos utilizadores responderam “num motel”, 23% “no carro, num lugar isolado”, e 27% “durante uma viagem”. Ousadia é a principal característica de 11% dos inquiridos, que dizem gostar de estar com o/a amante na própria casa.

A frequência dos encontros varia, com 55% a afirmar que costuma ser infiel uma a três vezes por mês, pelo menos durante uma hora. Afinal de contas – e dado que 83% dos utilizadores apontam a inteligência como fator importante na hora de eleger o/a parceiro/a ideal para uma relação extraconjugal –, tem de haver tempo para dois dedos de conversa.

Fundado no Canadá, em 2002, o AshleyMadison.com é o primeiro e maior site de relacionamentos extraconjugais do mundo, com mais de 22 milhões de utilizadores anónimos.

Mood/Relações

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