Seduzir com prazer

Ao criar este blogue, a ideia foi partilhar a minha experiência adquirida ao longo de 15 anos de frequência em sites, chats e redes sociais. Teclei, conversei, conheci muitas pessoas e vivi experiências que foram a vertente prática da minha aprendizagem. A net, com a possibilidade de nos relacionarmos anonimamente, veio trazer novas formas de interagirmos uns com os outros.

O objetivo deste blog é, através da partilha, ajudar a que todos nós compreendamos melhor esta nova realidade, e com isso estimular a reflexão de temas como o amor, o sexo e os relacionamentos em geral. Assim, publicarei algumas histórias por mim vividas, reflexões, informação que ache relevante, históricos de conversas, e algumas fotos sensuais de corpos de mulheres com quem troquei prazer e que tive o privilégio de fotografar. Todos os textos e fotos que vou publicando, não estão por ordem cronológica, e podem ter acontecido nos últimos 15 anos ou nos últimos dias. Todas as fotos e conversas publicadas, têm o consentimento dos intervenientes.

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3.7.10

H014 Experiência única

Estava eu a trabalhar no portátil, quando começou a piscar uma janela do meu msn, era um pedido de adição. Aceitei o pedido e começámos a teclar. A conversa começou a desenrolar-se de uma forma bem gira. Eu sou muito directo, atrevido e muito brincalhão e embora ela não fosse como eu, aceitava bem as minhas investidas sem levar a mal e sem se sentir ofendida. Via-se que era uma mulher tímida e com muito pouca experiencia neste tipo de conversas virtuais, mas que talvez pela minha lata e boa disposição, lhe tivesse despertado a curiosidade. Deve ter pensado… deixa-me lá ver que ave rara é esta. Apesar de teclar de uma forma brejeira e cheia de segundas intenções, não deixando escapar nenhuma oportunidade para largar uma piada picante, consigo manter uma conversa interessante, se o interlocutor estiver à altura e me despertar interesse suficiente para me empenhar. Trocámos algumas fotos, e rapidamente desenvolvemos um relacionamento cheio de empatia e muita cumplicidade pela maneira despudorada e sincera com que conversávamos acerca de variadíssimos temas. Quando ela sentiu confiança para isso, trocámos de contactos telefónicos. Embora as minhas intenções de engatá-la fossem sempre claras e estivessem sempre presentes no teclanso, quando falámos ao telefone a coisa agudizou-se. A empatia que sentíamos a teclar, intensificou-se bastante quando ouvimos a voz um do outro. Ela tem uma leve pronúncia do norte, e tem uma maneira de falar muito engraçada. As conversas ao telefone alongavam-se com muita facilidade e fluíam sempre bem. A cumplicidade que sentíamos rapidamente se transformou numa vontade de trocarmos mimos e prazer, e enquanto não conseguíamos encontrar-nos pessoalmente, íamos namorando pelo telemóvel. A Carolina tem 36 anos e vive numa cidade perto do Porto, e a distância não facilitava nada um encontro. Teríamos que esperar que as nossas vidas permitissem um encontro. Já conversávamos há uns 15 dias quando surgiu a oportunidade de eu ir ao Porto ter uma reunião de trabalho. Combinámos um encontro para o dia anterior à minha reunião, à hora de saída do trabalho dela. Assim poderíamos jantar e finalmente mandar-nos para os braços um do outro. A vontade de estarmos juntos era tanta, que mesmo sem nos conhecermos, decidimos jantar e dormir juntos na autocaravana para aproveitarmos melhor o tempo. Eu comprei umas deliciosas sandes de leitão na zona de serviço da Mealhada, tinha uns bons vinhos tintos na minha garrafeira, e ela ficou de levar uns queijos frescos e fruta. Tenho sempre o frigorífico da autocaravana abastecido com coisas para comer, da maneira que fome não passávamos. Durante a viagem para cima, fui a imaginar em como seria o encontro, e se o facto de nos vermos não iria interferir com a vontade que tínhamos de estar juntos. Quando duas pessoas já se conhecem bem, já conversaram bastante e até já demonstraram vontade de ter sexo, se vêm pela primeira vez ao vivo, é sempre um choque, mesmo que a primeira impressão seja positiva. Estamos perante uma pessoa estranha porque nunca a vimos, e custa-nos associar aquela pessoa e aquele corpo, à pessoa que conhecemos bem das horas a conversar. Como sou criativo, pus-me a pensar como poderia minimizar o impacto de nos vermos, e tive uma ideia fabulástica (fabulosa+fantástica). Encontrarmo-nos e comermo-nos sem nos vermos. A ideia era uma maravilha e exequível, o problema era ela aceitar. Se ir ter comigo à autocaravana já era arriscado para ela, entrar às escuras, sem saber o que lá estaria dentro e sem ter a certeza de ser eu o gajo das fotos, não era fácil de aceitar. Teria que usar de todo o meu poder de persuasão para lhe dar a volta. Normalmente consigo levar as pessoas a fazerem coisas que nunca fizeram na vida, mas confesso que desta vez achei a tarefa bem difícil. Depois de pensar como poderia executar esta ideia, comecei a pensar na argumentação a usar, para a convencer a alinhar nesta doideira. Caso ela aceitasse, era de facto uma experiencia única nas nossas vidas, e uma experiência que poucas pessoas se podem gabar de ter vivido. Só ver a cara de alguém, depois de a ter fodido. Já tinha previsto as dúvidas dela, e já tinha resposta para tudo. Para a preparar, comecei por lhe enviar um sms em que dizia que estava a ter uma ideia maluca, e que se ela alinhasse íamos viver um momento único nas nossas vidas, sem lhe adiantar mais nada. Como não lhe podia ligar por ela estar ainda a trabalhar, e como a conversa teria que ser pelo telemóvel, enviei-lhe uma mensagem a dizer para ela me ligar quando estacionasse perto de mim, e antes de sair do carro. Achei melhor não lhe dar muito tempo para pensar, e servir-me da ansiedade dela em ir ter comigo para facilitar a decisão no sentido desejado. Quando saiu do trabalho deu-me um toque conforme combinado, e eu liguei-lhe a dizer onde estava estacionado. Senti um carro estacionar mesmo atrás de mim, e passados uns segundos um toque no telemóvel. Liguei-lhe.
- Olá linda… tudo bem?
- Tudo… já estou atrás de ti. Matricula **-**-** ?
- Sim… isso mesmo
- Então diz lá o que me querias dizer antes de eu sair do carro…
- Estive a pensar pelo caminho, e tive uma ideia espantástica (espantosa+fantástica), para minimizarmos o impacto de nos vermos. Não sei se sabes, mas quando duas pessoas se vêm pela primeira vez, e no caso de já terem tido as conversas que nós tivemos, fica meio estranho olharmos para alguém que já conhecemos por um lado mas que nos é completamente estranho por outro. Se nós conseguimos criar empatia e vontade de nos comermos apenas conversando, sem ter havido a química física de vermos o corpo um do outro, podíamos aproveitar isso para vivermos algo muito especial…
- E ???
- E ia propor-te algo meio maluco, mas muito prazeroso…
- Que é ???
- Que é entrares na autocaravana completamente às escuras…. Comermo-nos às escuras, e só depois disso, acendermos as luzes…. Que me dizes?
- (silencio)
- Linda, pensa bem antes de dizeres já que não, porque só vamos poder viver isso agora, depois de nos vermos já não há retorno.
- Tu és completamente doido, e fazes de mim doida também.
- Pensa bem… eu acho que nós vamos sentir mais familiaridade um com o outro se apenas ouvirmos as nossas vozes do que se nos virmos… acredita.
- Eu acredito nisso tudo… mas põe-te na minha posição… entrar numa autocaravana completamente às escuras… sem saber o que está lá dentro…
- Linda… nós só vamos fazer isso se tu quiseres, mas pensa bem porque nunca mais vai haver uma segunda oportunidade. Se quiseres um tempo para pensar… eu espero.
- Não é necessário… vou aceitar. De qualquer forma, se fosse para me fazer mal nem precisavas que fosse às escuras, e de qualquer modo eu confio em ti… senão também não me enfiava aí dentro… vou entrar.
- Deixo-te a porta destrancada. Entras, fechas a porta e não te mexas até eu ir ter contigo… não conheces isto por dentro e ainda te magoas… então vá… até já.
- Até já.
Embora já estivesse escuro na rua, destranquei a porta e afastei-me para a luz da rua não me iluminar. Segundos depois, ela abriu a porta, subiu o degrau, fechou a porta e ficou parada à entrada. Dentro da autocaravana não se via absolutamente nada, estava escuro como breu. Aproximei-me devagar, e dei-lhe um abraço. Ficámos um pouco abraçados, e eu perguntei-lhe se estava tudo bem. Acho que a minha voz a acalmou.
- Posso cheirar-te?
- Podes…
Cheirei-lhe o pescoço e dei-lhe umas beijocas na cara, na boca e no pescoço.
- Posso apalpar tudinho?
- Podes tudo.
Ainda encostados um ao outro, fui apalpando o corpinho todo. Tinha umas mamocas bem fixes, e um corpinho 5 estrelas. Ajoelhei-me, e desapertei-lhe as calças, que puxei para baixo. Depois as cuequinhas, dei-lhe umas beijocas na barriga e fui descendo... Ela facilitou-me o acesso á coninha que aproveitei para acariciar com a língua. Ela já estava toda molhadinha. Levantei-me, e conduzi-a até à cama, onde acabei de despi-la. Tratei de me despir rapidamente porque o piço dentro das calças já me condicionava os movimentos. Depois de nua, e deitada na cama, passei-lhe as mãos pelo corpo todo, vasculhei cada cantinho. Deitei-me por cima dela e comecei a beijá-la na boca, e depois fui descendo para as mamocas… barriga… e finalmente na coninha. Abri-lhe bem as pernas, instalei-me confortavelmente entre as pernas dela, e comecei a deliciar-me com aquela cona gostosa.
- Vou demorar aqui um tempinho… não fiques com ciúmes.
- Fica à vontade… o tempo que quiseres.
Comecei com uns beijinhos muito suaves, e fui passando a língua muito suavemente, acariciando de baixo para cima, e penetrando-a com a língua. Nesta altura já se sentia a respiração alterar-se e ouvia os leves gemidos de prazer…
- hhhuuuummmmmmmm tão bom… que delicia
Murmurava ela. Fui intensificando as lambidelas na zona do clítoris que estava a ficar duro, e fui penetrando-a muito devagarinho com um dedo. A cona já estava completamente molhada e aberta de prazer. Depois de molhar um de cada vez, três dedos na coninha… apontei um dedo no cuzinho e dois na coninha, enquanto ia lambendo o clítoris. Fui empurrando muito suavemente os três dedos à medida que os buraquinhos dela se iam abrindo e aconchegando aos meus dedos. Aquela lenta penetração parecia que não tinha fim, e foi passados uns minutos, que senti que não entravam mais. Depois fui fazendo movimentos de vai e vem muito suaves ao mesmo tempo que lambia aquela cona prestes a explodir de prazer. O facto de não ver absolutamente nada, aviva os outros sentidos, e o tacto e o olfacto aumentam de sensibilidade. Passados uns minutos, explodiu mesmo. Senti as contracções vaginais enquanto ouvia respiração dela totalmente descontrolada. Quando senti que ela já se tinha vindo… parei de mexer os dedos, e fui retirando-os muito devagarinho. As lambidelas passaram a suaves beijinhos pela cona toda. Fui subindo com os beijinhos na barriga… pelas mamocas, até que cheguei lá acima…
-Olá… tudo bem?
- Beeeemmmmmmm… que delicia. Fizeste-me sentir coisas inexplicáveis.
- Eu sei fofinha… calculo que sim… deve ter sido horrível.
- Tu torturaste-me…
- Eu sei… adoro fazer maldades… agora vou deitar-me aqui ao lado, e deixar-te explorar o meu corpo.
Ela começou a apalpar-me o corpo todo, como quem está a tentar visualizar. A escuridão era total. Começou a beijar-me na boca, e foi descendo enquanto me ia apalpando todo. Quando chegou lá abaixo…
- bem …isto é mesmo grande. Vais ter que entrar com cuidado.
- Eu sei delicia… já estou habituado.. né??
Ela começou a beijar e a lamber-me o piço, como que a querer retribuir o prazer que lhe dei. Eu já estava a rebentar de prazer e a desejar que ela o enfiasse todo na boca, coisa que ela fez de seguida. Chupou com muita vontade e com suavidade, como eu gosto. Com a mão apertada em volta dele e com movimentos para cima e para baixo, enquanto ia chupando. Já estava difícil controlar-me, quando lhe disse…
- É melhor parares senão tens direito a brinde.
Já tinha o preservativo a jeito. Nunca tinha enfiado um preservativo em total escuridão, mas a pratica ajudou, e foi um instantinho enquanto o desenrolei até ao fim. Depois de lhe dar mais umas beijocas e lambidelas na coninha para ter a certeza que estava preparada, lá fui entrando muito devagarinho. Adoro entrar assim, sentir cada centímetro, e ir entrando à medida que a cona se vai abrindo. Quase não é preciso empurrar, porque ela suga. Aquela entrada vagarosa parecia não ter fim, e ela gemia de prazer a cada centímetro. Quando finalmente senti bater no fundo, deixei cair o peso do meu corpo em cima do corpo dela. Comecei com uns movimentos suaves de vai e vem, e a partir daqui já me é difícil contar como foi, porque desliguei completamente. Lembro-me de lhe perguntar de me podia esticar… e de ouvir… podes fazer tudo o que quiseres. Lembro-me de descer à terra depois de me ter vindo. Estava com as mãos nos cabelos dela. De repente pensei que podia tê-la magoado.
- Desculpa se te magoei… mas perdi completamente o controle.
- Não magoaste nada… adorei tudo. Senti-te todo e vim-me mais uma vez pelo menos. Chega a uma altura em que já é difícil perceber se me estou a vir ou não.
Dei-lhe mais umas beijocas, e perguntei-lhe se estava preparada para finalmente nos vermos, olhos nos olhos…. Hehehehehehehehe
Completamente malucos né?? Ver a cara um do outro pela primeira vez, com “ele” todo enterrado… e ainda teso.
Abri a luz, e estávamos os dois a fazer uma careta, pela violência das luz nos nossos olhos.
- Olá… eu sou o Luis… muito prazer.
Largámo-nos a rir…. Hehehehehehehehehe
- Gandas malucos…
- Mas foi giro não??
- Foi uma delicia… que rica ideia que tu tiveste.
- Nunca mais vamos esquecer este momento.
- Pois não…
- Bem… vamos jantar?? Estas duas horinhas abriam-me o apetite.
- Também tenho fominha.
- Tenho ali umas deliciosas sandes de leitão.
Levantámo-nos, e fomos pôr tudo o que havia para comer em cima da mesa. Abri um Monte Velho de 97, que é uma maravilha, e lá nos sentámos de frente um para o outro a comer, enquanto nos íamos olhando… no fundo tínhamo-nos visto pela primeira vez há uns cinco míseros minutos, e ainda nos estávamos a familiarizar um com o outro.
… E eu a pensar… O segundo assalto, vai ser com as luzes do ringue todas acesas.

Pedi à Carolina que escrevesse a versão dela deste encontro, porque acho interessante conhecer os dois lados da história. A forma como cada um vê o que se passou, o que se deseja, os receios, as expectativas que cada um criou e o que sentiu. A minha amiga gostou da ideia, e apesar de não ser uma pessoa habituada a escrever, fez o favor de me enviar a versão dela.

Versão da Carolina

Estava a chegar à hora e o nervoso miudinho estava a apoderar-se de mim… será que esta empatia, cumplicidade, carinho, tesão se iria manter depois de o conhecer pessoalmente?
Já tinha visto fotos dele, mas só quando estivéssemos cara a cara é que poderia confirmar se esta magia, que foi crescendo durante o tempo em que apenas comunicávamos por msn ou telefone, se manteria… Como seria quando nos víssemos… a expectativa aumentava…
Tínhamos combinado encontrar-nos quando saísse do trabalho. Chegada a hora liguei-lhe para saber onde estava ele deu-me as indicações. Lá vi a auto-caravana e achei estranho quando ele me disse para estacionar atrás dele e ligar-lhe antes de sair do carro. Fiz o que me pediu, foi então que ele me desafiou em entrar na auto-caravana às escuras. Tinha sido algo que ele pensou durante a viagem e achou que seria muito bom a adrenalina do desconhecido… Confesso que à partida achei um absurdo… e disse-lhe que estava maluco... mas ele foi argumentando e começou a fazer algum sentido… nós passámos aquelas semanas sem nos vermos e já sentíamos uma enorme empatia e desejo um pelo outro, porque não concretizar o que ambos queríamos, mas continuando a não nos vermos... Inicialmente pensei que seria muito arriscado pois eu nunca o conheci, poderia duvidar das verdadeiras intenções dele... mas cheguei à conclusão que o maior risco seria o simples facto de entrar na auto-caravana, com ou sem luz... e esse risco eu já tinha tomado a decisão de correr....
Ainda um pouco incrédula com tudo o que se estava a passar e a pensar q devo estar maluca, mas no fundo a adorar tudo aquilo, peguei nas minhas coisas e lá fui.
Abri a porta, entrei e vi um vulto que se aproximou de mim, vi-lhe o rosto de relance com a ajuda de uma luz verde muito ténue que vinha por cima da porta. Mas bastou esse pequeno vislumbre do rosto para reconhecer que era a mesma pessoa das fotos e isso tranquilizou-me, deixando-me mais descansada e consequentemente mais à vontade...
Abraçamo-nos de uma forma muito carinhosa e com muita vontade de estar um com o outro... fomos explorando com as mãos o corpo um do outro de forma a conhecermo-nos... apercebi-me que ele realmente tinha o corpo que mostrava nas fotos e isso agradava-me bastante... ele foi passando as mãos dele pelo meu corpo... beijava-me e desceu... abriu as minhas calças, beijou-se a barriga, as ancas e eu vibrava... tudo parecia tão natural... parecia o prolongamento dos sentimentos que foram crescendo ao longo das semanas. Baixou mais um pouco as minhas calças, eu abri ligeiramente as pernas e ele acariciou-me com a língua... Levou-me para a cama, ajudou-me a tirar a roupa e continuou as carícias com a língua... toda eu vibrava... entreguei-me completamente...
Ele ainda estava dentro de mim quando nos vimos pela 1ª vez, depois de ele ligar a luz. Rimo-nos da loucura que tínhamos feito.
Agora olho para trás e concluo q fez todo o sentido termo-nos envolvido fisicamente sem nos vermos... pois já sentíamos uma enorme empatia, cumplicidade, carinho e tesão sem nunca nos termos visto... não teria sido a mesma coisa se nos tivéssemos olhado antes…

2 comentários:

Anónimo disse...

Cara Carolina,
Parabéns pela coragem e a mulher que é. Quando se arrisca o petisco pode ser muito bom. Acreditar nos instintos e não perder um momento fabuloso que uma experiência desinibida pode trazer é de Mulher com M Grande ;)

Muita diversão...

Anónimo disse...

Olá Cara Anónima;)
Obrigada pelas palavras:) Quando analiso racionalmente o que se passou, realmente acho que foi uma grande maluqueira e nem sei como fui capaz!! Mas quando revejo tudo pelo lado emocional e do desejo, sinto que foi tudo muito natural e deixámo-nos levar pelos sentimentos, que tinham vindo a crescer sem nunca nos termos visto... Parecia a consequiência natural do que estava a passar....:))

Carolina