Seduzir com prazer

Ao criar este blogue, a ideia foi partilhar a minha experiência adquirida ao longo de 15 anos de frequência em sites, chats e redes sociais. Teclei, conversei, conheci muitas pessoas e vivi experiências que foram a vertente prática da minha aprendizagem. A net, com a possibilidade de nos relacionarmos anonimamente, veio trazer novas formas de interagirmos uns com os outros.

O objetivo deste blog é, através da partilha, ajudar a que todos nós compreendamos melhor esta nova realidade, e com isso estimular a reflexão de temas como o amor, o sexo e os relacionamentos em geral. Assim, publicarei algumas histórias por mim vividas, reflexões, informação que ache relevante, históricos de conversas, e algumas fotos sensuais de corpos de mulheres com quem troquei prazer e que tive o privilégio de fotografar. Todos os textos e fotos que vou publicando, não estão por ordem cronológica, e podem ter acontecido nos últimos 15 anos ou nos últimos dias. Todas as fotos e conversas publicadas, têm o consentimento dos intervenientes.

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10.6.10

H011 Devolver ao mar

Os encontros sexuais com raparigas novas, desde que tudo seja desejado por ambas as partes, não me fazem confusão nenhuma. Até porque normalmente tenho uma postura de “serviço público”, ou seja, tento saber o que elas querem, porquê, que experiências tiveram, o que têm curiosidade em experimentar, e tenho sempre cuidado para não estragar nada, tanto a nível físico como psicológico.

Tento adequar o meu comportamento às necessidades e vontades delas, e nunca tento fazer nada que elas não desejem. Como sou muito mais velho, sinto que devo ajudar no esclarecimento das dúvidas que possam ter não só em relação ao sexo como à vida em geral, e gosto de sentir que a minha passagem pela vida delas é positiva e que contribuiu para o seu desenvolvimento, quer haja ou não haja sexo. Até cheguei a ouvir várias vezes… eh pá… tá calado que até pareces o meu pai a falar.

Costumo dizer que é natural, porque os pais delas só lhes querem bem, e os conselhos que lhes dão são sempre com intenção de as ajudarem, e o meu interesse como amigo experiente, é o mesmo. Mas isto tudo para dizer que não me sinto mal com o facto de conhecer e papar algumas raparigas com idade para serem minhas filhas, até porque uma miúda de vinte anos é uma mulher em relação ao corpo, e a maior parte delas já tem maturidade muito aceitável, muito mais que os rapazes, que com 20 anos são muito imaturos.

Mas em relação às mulheres também há excepções, e um dia fui conhecer uma miúda de dezanove anos, caí no disparate de ir jantar com ela sem a conhecer bem, e lixei a queca que tínhamos combinado dar a seguir ao jantar. A conversa dela era demasiado imatura, e comecei a perder a vontade de estar com ela intimamente. Quanto mais ela falava, mais eu tinha dificuldade em saber o que dizer, porque percebi que tal como a conversa dela não me interessava, a minha conversa também não lhe devia interessar para nada.

Comecei a ter dificuldade em arranjar tema de conversa, e dei comigo a dar-lhe conselhos de pai. Que devia usar sempre preservativo nas relações, e falei-lhe dos perigos corria ao encontrar-se com homens que conhecia da net. Ensinei-lhe uns truques para se defender no caso dos encontros correrem mal.

Quando decidi que não a ia papar, comecei a pensar em como me baldar sem lhe fazer mossa. Era importante que ela não se sentisse rejeitada, e tinha que arranjar uma tanga que ela engolisse na boa. Comecei a dizer que o jantar não me estava a cair bem, e até nem acabei de comer para ser mais convincente. Conversámos mais um cadinho, e eu pedi licença para ir ao w.c. Quando voltei, disse-lhe que estava com vontade de vomitar mas não tinha conseguido.

Pedi a conta, paguei e saímos. Disse-lhe que se ela quisesse podíamos conversar mais um bocado na autocaravana, mas que eu não estava em condições de me enrolar com ela na cama conforme tínhamos combinado. Ela disse-me que tinha pena, mas que compreendia e que ficava para outra vez. Ainda me lembro de pensar… sim… daqui a uns aninhos.

Ofereci-me para a levar a casa, e ela aceitou. Pelo caminho lá consegui arranjar um bom tema de conversa… anedotas. Como estava “mal disposto”, não me podia rir muito, mas ela riu-se a bandeiras despregadas. Foi fixe. Ainda assim consegui que ela tivesse uma noite agradável. Claro que se a tivesse papado, ela teria uma noite muito mais agradável, mas tive medo de não me sentir bem com a situação durante o acto, e achei melhor assim.

Preciso de ver do outro lado a maturidade suficiente para sentir que o acto é consciente, de livre vontade, e entre duas pessoas adultas. Fazendo a comparação com a pesca, a minha atitude fez-me lembrar a daqueles pescadores que apanham peixe miúdo e o devolvem ao mar vivo e de boa saúde. É o que faço quando a pesca não me agrada, e sinto-me bem com isso.

8 comentários:

reflexos disse...

Isso mostra dignidade e não só respeito pelo outro mas também por ti próprio. Assim, andas sempre bem contigo mesmo.

E a questão de maturidade...nem depende tanto da idade mas da vida que essa pessoa levou.

Cristina disse...

Por motivos mais que óbvios esta é a minha história preferida... mostra um lado teu que eu estou a gostar de conhecer :)

Anónimo disse...

entao e mulheres mais velhas q tu..umas matures tb te devolvem ao mar? :p
kisses Odete

xarmus disse...

É difícil alguém me devolver ao mar... mas não estou livre disso. De qualquer forma, no meu caso não se põe o problema de falta de maturidade.

Beijocas

Mi* disse...

Tenho andando a ler umas coisas por aqui e és um homem bastante interessante...
Gosto desse lado mais maduro que te leva a dar prazer e atenção a uma mulher sem descurares o teu próprio prazer...
ahhh e tens fotos lindíssimas! Uma sensibilidade para captar a luz e tudo mais que me espanta :)

Parabéns! Vou andar por aqui :)

xarmus disse...

Olá Mi*

Obrigado pelas tuas palavras... sabe sempre bem ouvir elogios.

Espero que gostes do que vás lendo, e que continues a visitar este meu cantinho.

Beijocas

Portuguesinha disse...

Por isso acho que marcar encontros para sexo deve ser muito conplicado.
Quem garante que existe química?
Agiste bem...não adianta forçar quando não existe vontade ou clima.
beijocas

xarmus disse...

Olá Portuguesinha...

marcar encontros para sexo não é nada complicado se forem respeitadas algumas regras básicas... como teclar e conversar pelo telefone antes do encontro, e claro, estando os dois preparados para que se algum deles não quiser, a coisa ficar sem efeito.

Às vezes acontece que depois de se verem ao vivo a coisa não funcione... é normal e um risco que se corre, mas que não tem que ser constrangedor para nenhuma das partes.

Beijo