Seduzir com prazer

Ao criar este blogue, a ideia foi partilhar a minha experiência adquirida ao longo de 15 anos de frequência em sites, chats e redes sociais. Teclei, conversei, conheci muitas pessoas e vivi experiências que foram a vertente prática da minha aprendizagem. A net, com a possibilidade de nos relacionarmos anonimamente, veio trazer novas formas de interagirmos uns com os outros.

O objetivo deste blog é, através da partilha, ajudar a que todos nós compreendamos melhor esta nova realidade, e com isso estimular a reflexão de temas como o amor, o sexo e os relacionamentos em geral. Assim, publicarei algumas histórias por mim vividas, reflexões, informação que ache relevante, históricos de conversas, e algumas fotos sensuais de corpos de mulheres com quem troquei prazer e que tive o privilégio de fotografar. Todos os textos e fotos que vou publicando, não estão por ordem cronológica, e podem ter acontecido nos últimos 15 anos ou nos últimos dias. Todas as fotos e conversas publicadas, têm o consentimento dos intervenientes.

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9.2.11

R006 Qualidade & quantidade

Há muito tempo que ando a pensar escrever acerca da qualidade e quantidade no sexo em termos de parceiros. Já reparei que muitas mulheres acham que a quantidade é inimiga da qualidade, como se não fosse possível ter as duas. Como não é a primeira vez que mulheres me levantam esta questão, e como recebi um mail de uma leitora a tocar no mesmo assunto, vou aproveitar para responder ao mail e falar da diferença de opiniões entre homens e mulheres de uma forma mais generalizada.

“Olá Luís
O que mais me intriga em ti é perceber porque preferes a novidade, a primeira experiência com alguém novo, a adrenalina da "caça", da descoberta de novos estímulos à cumplicidade, ao aprofundamento de um envolvimento, ao crescendo da intensidade que vem da nova interacção com a mesma pessoa. Percebi que já tiveste, em alguma fase da tua vida, a constância. Inferi que terá corrido menos bem, ou que, pelo menos, o desenlace não terá deixado vontade de repetir (talvez esta interpretação "selvagem" seja demasiado simplista, é-o seguramente). Mas, pelo menos para mim, tenho cada vez menos paciência para fingir que me satisfaz, que é bom, quando posso ter excelente, só porque é novo e me deu gozo a conquista... Prefiro usufruir do excelente quando me apetece.
Claro que esta tua atitude depois dá material para muitas histórias de encontros... E tu sabes descrevê-las muito bem e até apimentá-las. Mas o que me intriga é o homem por detrás dos seus actos...
Abraço”

Resposta ao mail:

"Olá Ana

Eu não prefiro a quantidade em detrimento da qualidade. O que acontece é que tenho o melhor de dois mundos. Tenho muita qualidade e também tenho muita quantidade. Aliás, para mim e para a maior parte dos homens, a quantidade faz parte da qualidade. Eu explico melhor. Para a minha sexualidade ser de qualidade, eu preciso ter por um lado uma ou mais mulheres com quem mantenho um relacionamento continuado, e com quem vou aprofundando e evoluindo em termos da qualidade do sexo, do envolvimento emocional, da cumplicidade e da confiança, e por outro ter o prazer da caça, da adrenalina do desconhecido e da aventura. A minha sexualidade nunca será de qualidade se me faltar uma destas vertentes. Esta segunda vertente, nunca me poderá ser dada pelas mulheres que já conheço, por muito bom que seja o sexo, e por muito que goste delas. Para mim e para a maior parte dos homens, variar faz parte da qualidade no sexo.

Ao longo da minha vida, sempre tive uma ou mais mulheres com quem mantive relacionamentos continuados, com sexo de muita qualidade, com cumplicidade, e até com amor, que duraram anos, e nalguns casos muitos anos mesmo. Nunca senti carências afectivas ou sexuais, e muito raramente me desiludi com as mulheres.

Paralelamente a isto, e principalmente nos últimos 10 anos, e com a facilidade dos conhecimentos anónimos através da net, vou tendo o prazer da caça, de experimentar a novidade, a adrenalina do desconhecido, de conhecer mulheres, de aprender, de experimentar novos corpos, novas parceiras e jogos sexuais. Como a qualidade do sexo depende muito mais de mim do que da mulher, consigo ter um sexo muito bom ou pelo menos muito satisfatório com a maioria das mulheres com quem me embrulho. Como eu costumo dizer, não há sexo mau… há bom, muito bom e excelente.

Também não ando a caçar para escrever histórias, a coisa processa-se ao contrário. A ideia de escrever o livro, e publicar os meus relacionamentos sexuais fortuitos, surgiu com o objectivo de mostrar a quem me quiser ler, a forma como a internet veio alterar os relacionamentos entre homens e mulheres, especialmente no campo sexual, e claro, tornar a sociedade mais aberta, mais informada, menos hipócrita, e em que cada um de nós possa viver a sua sexualidade de forma desinibida e descomplexada.
Bigada pelo teu mail…

Abraço"

Em relação a uma reflexão mais generalizada do tema, e aceitando que há sempre excepções e muita relatividade nestas generalizações, estes dez anos de convivência intima e sincera com pessoas de faixas etárias e motivações distintas, ajudaram-me a formar uma opinião fundamentada acerca das diferenças de pensamento, sensibilidade, motivação e expectativas de ambos os sexos em matéria de relacionamentos continuados e ocasionais. Não é fácil escrever acerca do tema pela sua complexidade e relatividade, mas vou tentar expor alguns aspectos que sinto serem mais relevantes.

As motivações e expectativas dos homens e das mulheres em relação ao sexo são muito diferentes, e em ambos os sexos, a idade, a vivencia e a personalidade de cada um, determina o seu posicionamento face à sua sexualidade.

Os homens, independentemente de terem ou não alguém que gostem, que amem, e com quem tenham um sexo que os satisfaça plenamente, têm necessidade de variar, de caçar, de seduzir, e de ter sexo com diversas mulheres. A net veio facilitar os encontros anónimos, e os homens aproveitam esta nova forma de engatar, por ser fácil, confidencial e descomprometida. Há muitos mais homens com esta vontade e necessidade do que as mulheres imaginam, porque eles com medo que as parceiras exijam o mesmo, não assumem esse tipo de comportamento. Os homens comprometidos assumem-se sempre fiéis, e escondem as escapadelas, para poderem exigir fidelidade às suas companheiras. A verdade é que maior parte dos homens são bígamos e infiéis, e conseguem sê-lo mesmo amando uma mulher, e estando sexualmente satisfeitos com as suas parceiras.

Se um homem não tem ninguém que ame, ainda pode estar aberto a se apaixonar e construir um relacionamento mais sério no decorrer dos seus engates da net, mas se é casado ou tem alguém de quem goste verdadeiramente, o interesse dele é simplesmente dar uma queca numa gaja. Se gostar muito pode repetir mais vezes, mas na generalidade acaba por saltar para outra, é apenas uma questão de tempo. Um homem que seja obrigado a ser fiel, não é um homem satisfeito sexualmente, mesmo que a sua parceira seja a melhor queca de todas. A generalidade dos homens é fiel de livre vontade, apenas enquanto estão apaixonados, e durante um curto período de tempo.

Como a maioria dos homens lideram e são activos nos encontros sexuais, acabam por fazer o que gostam, e por isso um encontro sexual com uma desconhecida é sempre gratificante e prazeroso. Para um homem ter prazer e gostar do sexo com uma mulher, basta que ela tenha um corpo fixe, uma coninha, mamas, e que lhe faça as vontades. Ele come-a, vem-se e está satisfeito. Dizendo de outra forma, os homens gostam de engatar e papar mulheres porque para eles é sempre bom. Se há mais homens do que mulheres dispostos a encontros sexuais com desconhecidos, é porque há mais homens do que mulheres a ter prazer neste tipo de encontros, obviamente.

Apesar de haver mulheres parecidas com os homens em termos de motivação sexual e que consigam ter prazer numa queca com um desconhecido, a generalidade das mulheres não tem essa facilidade. As mulheres são seres mais complexos, com especificidades muito próprias e sensibilidade apurada, e precisam de muito mais do que apenas um piço para enfiar na coninha. Para as mulheres, (que vão pelo sonho) a motivação destas quecas fortuitas com desconhecidos, tem o objectivo de encontrar o tal especial, aquele pelo qual se possam apaixonar, ou pelo menos com quem possam ir construindo uma relação continuada de cumplicidade e confiança, mesmo que se trate apenas de sexo.

A maior parte das mulheres que se aventuram nestes encontros sexuais, sentem que não foi gratificante para elas em nenhum aspecto. É por essa razão que são muito mais exigentes na procura do homem, e quando encontram um que lhes agrade, preferem aprofundar a cumplicidade e a qualidade da relação, porque para elas o sexo só começa a ser bom quando já têm a desinibição, confiança e envolvimento emocional suficientes para sentirem prazer com esse homem. Como o interesse dos homens na maior parte das vezes é dar uma queca e saltarem fora, as mulheres sentem-se enganadas, usadas, e com problemas de auto-estima.

Resumindo, quando um homem e uma mulher que não se conhecem, se encontram para ter sexo, na grande maioria dos casos ele gosta muito, e ela não gosta nada. Isso faz com que os homens procurem encontros com desconhecidas, e elas não só não estejam praí viradas, como pensem e com razão, que a quantidade não é qualidade. Se à má performance dos homens, muitas vezes devido ao egoísmo, egocentrismo e falta de jeito, juntarmos o facto de eles normalmente ficarem possessivos, ciumentos e controladores, percebe-se perfeitamente o cuidado e a hesitação que uma mulher tem em se aventurar neste tipo de encontros sexuais.

Para além do que já foi dito, ocorrem-me mais dois factores que fazem a diferença de pensamento e forma de agir entre homens e mulheres em termos sexuais.

O primeiro, prende-se com o velho preconceito da sociedade, em que um homem que engata muitas mulheres é um conquistador, e uma mulher que engata muitos homens é uma ganda puta. Embora este preconceito esteja cada vez mais ultrapassado, o facto é que está muito enraizado na nossa cultura.

O segundo, dizem os especialistas, é mesmo genético. De acordo com esta teoria, que até faz sentido, enquanto que as fêmeas que geram os filhos no seu interior, têm a certeza de que a cria que transportam é sua, procuram um macho dominante (homem bem sucedido) para partilhar com elas a responsabilidade de criar e cuidar da sua cria, os machos, que não têm a certeza de que a cria que determinada fêmea transporta seja sua, procuram cobrir o maior numero possível de fêmeas para terem a certeza que deixam descendência. Isto é válido para praticamente todo o reino animal, incluindo o homem, que apesar de ser um animal racional, também tem esta programação genética.

xarmus

12 comentários:

{ÍsisdoEgito}JZ - Tua, somente tua disse...

Olá,

conhecendo teu blog. E já o estou seguindo.

Caso deseje visitar-nos, será um prazer recebê-lo.

Abraços carinhosos,

ÍsisdoJUN

xarmus disse...

Olá

Já fui espreitar o teu, e já está nos favoritos para ir conhecendo nos próximos dias.

Beijocas boas

Anónimo disse...

Olá
Muito bem explicado... Poucas pessoas (homens ou mulheres) têm a coragem de expor as coisas com tanta clareza e "crueza". Deixa-me só acrescentar: não são só os homens que são fiéis, de livre vontade, apenas enquanto estão apaixonados, e durante um curto período de tempo. Eu diria que muitos de nós (homens e mulheres) somos intrinsecamente infiéis, caçadores... Fomos foi formatados a cercear essa característica (mais as mulheres que os homens)...
;)
Ana

xarmus disse...

Olá Ana

Foram as tuas questões que me empurraram para escrever sobre o tema, que já andava na calha, mas nunca mais saía.

Beijocas boas

Stargazer disse...

Este teu post é como as cerejas...tem pano para mangas...mas achei piada a alguns aspectos que abordas.

Penso que muito se resume a um facto: o ser humano não é monogâmico e ponto final. Tudo o que fazemos nesse sentido (homens e mulheres) é contra natura. Tu falas da perspectiva dos homens...obvio! Mas sabes, as mulheres também não são fieis. Apenas o parecem ser mais porque têm enraízadas nelas milénios de socialização de que a Mulher tem que 2servir" o parceiro, etc., etc.

Quantidade não é qualidade. Existem Mulheres para quem o sexo não tem limites, é um jogo, uma arte. Mas como qualquer forma de arte, ela só pode ser melhorada quando "treinada". O que quero dizer é que determinadas práticas ou brincadeiras só se fazem com quem se tem confiança. E isso cria-se através da convivência.

Os melhores orgasmos de uma Mulher? Aqueles que tem com quem não está envolvida emocionalmente. Porquê? Porque isso lhe permite desfrutar do seu corpo tal como o homem o faz, sem envolvimento emocional.

E, embora não concorde com muita coisa que escreves, entendo que o fazes porque és homem e eu mulher, e, logo, estruturalmente diferentes (e ainda bem), mas gostei da abordagem do tema!

Beijo não feminista, :)

xarmus disse...

Olá Stargazer

Na primeira parte do post, respondi a um mail recebido e que transcrevi.

Na segunda parte do post, não falei de mim, nem da forma como eu vejo o sexo. O que eu fiz, foi dizer o que penso acerca dos motivos que justificam as diferenças de pensamento e forma de agir da maioria dos homens e mulheres, nos quais nem eu, e acredito que tu também não te enquadres.

Contrariamente ao que disse acerca do que pensam a generalidade das mulheres acerca dos encontros sexuais ocasionais, as mulheres que se embrulham comigo, gostam muito e querem repetir a experiencia, mas isso não é o comum. Comum, é elas não gostarem da performance dos homens e por isso serem muito renitentes a esse tipo de encontros sexuais ocasionais. Como me dizem… estou farta de banhadas.

Concordo contigo quando dizes que somos todos naturalmente poligâmicos, mas o facto é que as mulheres são muito menos do que os homens. Mais uma vez, não estou a dizer se concordo ou não dos motivos que as fazem ser assim, mas são-no, é um facto, e não apenas aparentemente. Não faço juízos de valor, apenas constato a realidade.

E sim… a quantidade também é qualidade. Porque poder variar por si só representa qualidade. Se tu tivesses tido sexo apenas com um homem na tua vida, ou fosses impedida de teres sexo com quem quisesses, a tua sexualidade não tinha qualidade. Se como disseste e eu concordo, somos naturalmente poligâmicos, variar, e viver a expectativa da novidade e sedução de um encontro com uma pessoa desconhecida é qualidade independentemente da qualidade do sexo em si.

Em relação aos melhores orgasmos de uma mulher, mais uma vez estás a falar de ti. Eu também penso assim, e até costumo dizer que o amor atrapalha o prazer, mas para a generalidade das mulheres, o melhor sexo e os melhores orgasmos, são mesmo com quem sentem envolvimento emocional. Aliás, muitas nem conseguem ter sexo de outra forma.

Resumindo, acho que interpretaste o que escrevi, como sendo a minha opinião, mas o que eu fiz, foi apontar alguns motivos que justificam a diferença de como o sexo é visto e vivido, pela generalidade dos homens e das mulheres.

Mas gostei da tua participação… beijocas boas

Anónimo disse...

Hum, eu acho que sob o ponto de vista biológico podemos ver as coisas de uma outra perspectiva: a fêmea coberta por mais machos tem mais possibilidade de se reproduzir :-). Acho que a monogamia feminina foi condicionada pela sociedade, em particular as sociedades machistas. Existem (poucas) sociedades matriarcais em que as mulheres acasalam com vários homens e os filhos são criados pela comunidade feminina. O que penso é que as mulheres têm fantasias bem secretas e que acabam por esconder por condicionalismos ancestrais e imposições sociais. Nós também somos infiéis, nós também gostaríamos de ter um parceiro estável em casa mas andar a dar umas por fora. Eu, por exemplo, não resisto a uma carinha laroca e um corpinho bem feito...pronto a consumir. Já viste que o que consegues com as mulheres é mostrares que aceitas e entendes que elas tenham esses desejos secretos e essas fantasias? E isso liberta-as! E fazes muito bem, é uma obra de caridade levar as mulheres a assumir a sua sexualidade sem tabus! Parabéns!

The Hunter

xarmus disse...

Olá The Hunter...

Eu sei que as mulheres também são assim... e praticamente todas... o que acontece é que muitas ainda estão agarradas à educação que receberam dos pais, que normalmente é castradora, à hipocrisia da sociedade e a tudo o que disseste, e não se sentem mesmo bem a ser infiéis ou a desejar mais que um homem... elas próprias se consideram putas, e reprimem-se, chegando mesmo a não ter prazer em serem infiéis ou não conseguirem fazê-lo. Mas felizmente, algumas acabam por mudar com a idade.

... e sim, acho que é por isso que as mulheres se abrem literalmente para mim... sentem-se à vontade para falarem e para tudo o resto porque sabem que não as condeno nem faço juízos de valor... aliás, eu próprio sou uma puta em versão macho... adoro sexo... hehehehehehe

Beijo

Anónimo disse...

Olá :)
Ando a ler o blog aos poucos :)
Há um bom livro, que vai de encontro ao último parágrafo que escreveu - A Rainha de Copas do Matt Ridley.Para mim um dos melhores sobre evolução. Tem dois capítulos fabulosos (entre outros) que vão de encontro a coisas que escreve, nesta reflexão e na reflexão sobre infidelidade, "A poligamia e a natureza do Homem" e "A Monogamia e a natureza da mulher"
:)

Isabel

xarmus disse...

Olá Isabel

Obrigado pela dica, não conheço o livro, mas agrada-me saber que mais pessoas, e neste caso um especialista na matéria chegou às mesmas conclusões.

Mas vou procurar o livro.

Obrigado
Beijo

Anónimo disse...

Olá :)
O livro é da Gradiva e o original é de 93 ou 94 mas existem edições mais recentes. Já o vi na FNAC. Basicamente é sobre teoria da evolução, parte muitas vezes de exemplos do que acontece no reino animal até chegar a nós :). Apresenta teorias interessantes na área da biologia humana. Uma delas, que tive que voltar a ler, é sobre o "orgasmo de alta retenção" nas mulheres, que conduz a uma maior probabilidade de engravidar. Este tipo de orgasmo, segundo um estudo realizado, acontece em maior percentagem em relações extraconjugais :). Curioso não é! :)A forma como reagimos é muito biológica e a "sociedade" não é suficiente para a alterar.
Beijo
Isabel

xarmus disse...

Olá Isabel

Obrigado pela dica. Eu também li isso em qualquer lado, mas não foi nesse livro. Pode ter sido um extracto do livro. Mas é uma teoria engraçada e que até faz todo o sentido.

A humanidade evolui com uma grande rapidez da sua vertente tecnológica, mas a vertente genética e biológica tem os seus timmings que não são compatíveis com a evolução cientifica e tecnológica.

As guerras e a violência natural do ser humano, são bem prova disso, e apesar de sermos seres supostamente inteligentes, continuamos a portar-nos pior que animais, com uma violência e crueldade capaz de envergonhar qualquer animal selvagem.

Beijo